::::::::::::::: TASER X26 :::::::::::::::

 

 



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Rápida, eficaz, bonita, elegante e segura. Adjetivos que se aplicam tanto à policial quanto ao TASER.

 

 

A pistola não letal X26 é o novo modelo da linha TASER. O objetivo dos projetistas foi criar uma versão compacta, atendendo assim as exigências dos clientes, sobretudo policiais femininas e membros das equipes de proteção de autoridades, ansiosos por um modelo que fizesse menos volume quando portado sob a roupa.

 

 

A imagem mostra o TASER X26 com cartucho de cor verde. Esta munição tem o alcance de 7,6 m.

 

 

Em comparação com o tradicional e consagrado modelo M26, o novo TASER X26 tem cerca de metade do tamanho. A imagem acima ilustra as proporções de ambos: a sombra mostra a silhueta do TASER M26 enquanto o TASER X26 está na imagem em superposição. ABILITY BR entende que, como aliás não poderia ser de outra forma, o próprio cliente deve escolher o modelo de sua preferência, entretanto, em nossa opinião, uma boa "dica" seria optar pelo M26 para o uso ostensivo e escolher o X26 para o porte discreto. Vale também ressaltar aqui  o aspecto financeiro, ou seja, o TASER X26 custa um pouco mais caro do que o TASER M26. 

 

 




 




Na comparação com um telefone celular e junto à bolsa, fica fácil notar as dimensões do TASER X26

 

 

 

Dissemos, mais acima, que o TASER X26 seria uma boa opção para o uso discreto, como o fazem os membros das equipes de escolta de autoridades, entretanto, esta não é absolutamente uma regra, afinal, o TASER X26 pode ser portado de forma ostensiva como mostra a imagem desta agente policial fardada e devidamente equipada com as ferramentas necessárias ao desempenho de suas tarefas. Em seu cinturão estão o TASER X26, dois porta cartuchos do TASER, o rádio e um bastão. Importante notar que esta agente policial não porta arma letal, pois, esta é a realidade em alguns países e, no Brasil, é a tendência nas Guardas Municipais.

 

 




Imagem mostrando, em detalhe, o rádio e o TASER X26 (amarelo) no cinturão de um agente policial.

 

 




A ilustração, acima, mostra o instante em que o cartucho do TASER X26 é deflagrado. As tampas de proteção do cartucho são liberadas e os dardos são lançados a cerca de 160' por segundo. Notar que, além da mira laser, o TASER X26 conta também com facho de luz branca. O usuário pode optar por manter só a mira laser ligada ou só o facho de luz branca ou, até, se preferir, manter ambos - mira laser e facho de luz branca - acionados e, evidentemente, pode optar por mantê-los desligados. Importante é reparar que a ilustração também mostra os confetes contendo o número de série da munição (cartucho) sendo lançados no local do disparo.

 

 




 

A munição do TASER X26 (idêntica ao M26) é numerada, assim, cada cartucho possui seu número de série. Além disto, no interior de cada cartucho há uma quantidade propositadamente indefinida de confetes contendo, cada qual, o mesmo número serial da respectiva munição. Quando o cartucho é deflagrado, os confetes são liberados no cenário do disparo. Basta coletar um destes confetes para detectar a origem do cartucho, ou seja, para quem foi fornecida a munição. Logo, o TASER é a única arma não letal que permite, com segurança e rapidez, a identificação do autor do disparo.

 

 





Alcance de 10,6 m. Alcance de 7,6 m. Alcance de 6,4 m. Alcance de 4,5 m.

Este são os principais modelos de cartuchos para o TASER. No interior destes está a cápsula de nitrogênio, além dos dardos, fios e cerca de 30 confetes com número serial de cada um.

 

Este era o cartucho com alcance de 6,4 metros (rajado em amarelo e preto). Desde janeiro de 2005, o cartucho de 6,4 metros passou a ser fornecido em sua nova cor cinza, conforme mostrado na imagem acima.

 

 

Como se não bastassem os confetes, o TASER X26 registra, em chip de memória, o histórico de uso. Os últimos 2.000 disparos ficam devidamente registrados e armazenados, ou seja, a autoridade fiscalizadora poderá, através de senha, acessar a memória do TASER X26 e ter conhecimento do dia e horário de cada disparo, inibindo assim o uso indevido. Vale, portanto, salientar a vital importância desta função, pois, sempre é bom repetir, o TASER é a única arma não-letal que se auto pericia, ou seja, é capaz de imediatamente condenar ou inocentar o seu usuário diante de uma acusação de uso irregular.

 

 

Ao contrário do modelo M26, o TASER X26 não utiliza pilhas alcalinas ou pilhas recarregáveis. A alimentação é gerada por uma bateria exclusiva, descartável, capaz de proporcionar energia suficiente para cerca de 190 disparos. Uma outra inovação com relação ao modelo M26 é o display luminoso que indica o percentual de carga remanescente na bateria. O acesso ao pente contendo a bateria é feito de forma rápida, através do acionamento de um botão no cabo do TASER X26, como mostra a imagem.

 

 




 


A primeira imagem mostra a trava de segurança ambidestra, posicionada em ambos os lados do TASER X26. A segunda, mostra o botão de controle de acionamento da mira laser e do facho de luz branca.

 

 

O TASER - tecnologia não-letal consagrada em mais de 13.000 Departamentos de Polícia de 43 países do mundo - é a solução capaz de preservar a vida do agente policial e do cidadão, seja este uma vítima ou até um meliante, mesmo porque criminosos devem ser presos vivos, pois, assim, poderão ser interrogados e fornecerem informações sobre outros membros da quadrilha, traficantes de armas, drogas, receptadores de produtos roubados, etc.

O trágico episódio ocorrido em Eldorado dos Carajás poderia ter sido facilmente evitado, bastando para isso que os Policias Militares que lá estavam cumprindo Mandado Judicial estivessem portando TASERs - as Armas da Vida. Se estivessem, teriam controlado a situação, paralisado e prendido os agressores e todos estariam vivos. 

Acreditamos ser desnecessário ilustrar este texto com outros exemplos como os ocorridos em Goiás, no presídio do Carandirú em SP, etc. As páginas dos jornais diariamente retratam as mortes desnecessárias ocorridas pelo uso das armas de fogo em situações onde o correto seria utilizar a Arma da Vida. Logo, salta aos olhos de qualquer pessoa de bom senso a imperiosa e urgentíssima necessidade de equipar os Policiais, Agentes Penitenciários e Guardas Municipais com o TASER.

O cidadão deve estar ciente de que todas as vezes em que mortes desnecessárias são causadas por ação das forças policiais; todas as vezes em que presidiários são mortos nos episódios envolvendo rebeliões em unidades prisionais, o prejuízo é incomensurável.

Este prejuízo, em primeiro lugar, diz respeito às perdas de vidas humanas e às tragédias familiares decorrentes, invariavelmente, causadas às vítimas indiretas que perderam um pai, uma mãe, um filho, um irmão...

Em segundo, como se não bastasse, estas mortes irão ser traduzidas em indenizações milionárias pagas pelos cidadãos. Estas indenizações milionárias irão absorver o dinheiro dos impostos e, logo, o Estado não poderá usar estes recursos em educação, saúde, saneamento e na própria segurança.

Está mais do que na hora de dar um basta neste círculo vicioso! Apenas o valor da indenização resultante de uma morte seria mais do que suficiente para custear a aquisição de TASERs para todos os membros de uma equipe de policiais!

E, depois, a questão não é só financeira. É questão de VIDA ou morte...

Afirmamos, portanto, sem qualquer tipo de demagogia, que acreditamos no TASER não porque sejamos os representantes no Brasil, afinal, mesmo se esta tecnologia fosse representada por alguma outra empresa, teríamos a mesma convicção e externaríamos com o mesmo ardor a certeza da necessidade de que cada policial Brasileiro tenha um TASER na cintura, diga-se de passagem como ocorre em mais de 600 Departamentos de Polícia dos EUA.

 


 

 

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